2025, n.º 40, e2025406
Filomena Maria Ribeiro da Silva Machado
FUNÇÕES: Redação do rascunho original, Redação – revisão e edição
AFILIAÇÃO: Instituto Politécnico de Beja, Escola Superior de Educação, Departamento e Ciências Sociais e do Comportamento.
Campus do Instituto Politécnico de Beja, Rua Pedro Soares, Apartado 6155, 7800-295 Beja, Portugal
E-mail: fmachado66@gmail.com | ORCID: https://orcid.org/0009-0007-0870-8619
Caracterização: percurso formativo e profissional
A Sociologia foi a escolha para a formação básica universitária em 1986, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCSH). Terminada a Licenciatura em 1990, tinha a convicção que os conhecimentos e competências então adquiridos seriam úteis ao desenvolvimento da região Alentejo, onde morava e onde permaneço. Não sabendo muito bem como entrar na vida profissional, e por sugestão do Professor Luís Vicente Baptista (na altura meu professor de sociologia urbana aprofundada), enderecei autopropostas de colaboração aos municípios do Alentejo, tendo recebido resposta positiva do município de Viana do Alentejo. No âmbito daquele município, integrei uma estrutura de animação para o desenvolvimento, designada Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Integrado (GADIC) de Viana do Alentejo. A partir deste gabinete desenhou-se o Programa de Formação para o Desenvolvimento de Alcáçovas e criaram-se as bases para o surgimento da Terras Dentro, Associação de Desenvolvimento Integrado[1].
A transição familiar ocorrida com o casamento ditou a mudança de residência e de trabalho e a ingressão na Rota do Guadiana — Associação de Desenvolvimento Integrado (RG-ADI), uma associação de desenvolvimento local, sedeada na cidade de Serpa, Baixo Alentejo. No início (1992/1994) partilhava a minha atividade entre a associação e a Escola de Artes e Ofícios de Serpa, como docente da disciplina de Área de Integração. Na associação participei na conceção e implementação de diversos projetos de combate à pobreza e exclusão social, projetos de inovação social permitidos graças à existência das IC INTEGRA e NOW, e mais tarde, a IC EQUAL, que nos permitiu desenvolver o projeto de cooperação territorial, à escala da Margem Esquerda do Guadiana (cinco municípios), denominado Margens de Desenvolvimento (1999/2001). Num período de forte investimento em ofertas de Educação e Formação de Adultos (2004/2012), assumo a responsabilidade de coordenação do Centro @prender +, constituído em 2004, como Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC). A assunção deste cargo desafiou-me a ingressar no Mestrado de Educação, na especialidade Educação e Formação de Adultos, na Universidade do Algarve, em parceria com o Instituto Politécnico de Beja (IPBeja), do qual apenas concretizei a parte curricular (2004/2005). O Centro RVCC da Rota do Guadiana — ADI nasceu em 2004, foi posteriormente convertido em Centro Novas Oportunidades (2007) e mais tarde ainda convertido em Centro Qualifica. O Centro era uma importante resposta aos desafios locais da educação e formação de adultos, tendo atravessado todos os momentos de crise de política na educação de adultos, em Portugal. Em finais de 2016, por dificuldades de vária ordem, nomeadamente financeiras, foi solicitada a sua extinção, tendo o Agrupamento Escolas n.º 2 de Serpa, assumido esta resposta, a partir de 2020. A intervenção desenvolvida pela associação no campo da educação de adultos encontra-se testemunhada em publicação da Universidade de Évora, sobre Educação de Adultos no Alentejo. Aqui defende-se a tese de que os processos de desenvolvimento local fomentam a educação e formação de adultos porque apostam em estratégias educativas, onde os saberes formais e não formais das pessoas constituem o ponto de partida para a construção de projetos de mudança e desenvolvimento pessoal e dos territórios (Machado, 2011).
O retorno à NOVA FCSH, ao abrigo da aplicação da recomendação CRUP — Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, para concretizar o Mestrado, acontece quase dez anos mais tarde (2016/2017), quando então colaborava com os Serviços de Planeamento e Desenvolvimento Estratégico do IPBeja, na elaboração do Plano Estratégico Educativo Municipal de Alvito (PEEMA), que incluiu a revisão da Carta Educativa. A construção do PEEMA, com possibilidades de observação e participação na construção de um processo participativo (Machado et al., 2017) e de realização de trabalho de campo, foi bastante enriquecedora e gratificante, o que despertou a minha curiosidade sociológica, já que se estava ali a criar um verdadeiro laboratório de metodologia participativa de projeto com a implicação dos diversos atores locais na construção de uma medida de política educativa local (Batista & Machado, 2020). É neste contexto que surge a possibilidade de tratar os dados de campo recolhidos, para a Dissertação de Mestrado que viria a apresentar em 2021, sob a orientação do Professor David Justino e coorientação da Professora Susana Batista (Machado, 2021). A conclusão do Mestrado e a relação profissional já existente com o IPBeja, possibilitaram a minha entrada como docente, onde colaboro como assistente convidada desde 2021/2022. Atualmente partilho o meu tempo entre aulas no IPBeja e a atividade na RG-ADI. No IPBeja trabalho com jovens que estão em Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP)[2], portanto muito mais numa lógica de formação prática e de âmbito profissional, onde leciono, entre outras, Unidades Curriculares ligadas à conceção e gestão de projetos sociais, metodologias de investigação e políticas sociais.
Na associação, a Educação e Formação de Adultos ocupa, hoje, por diversas razões, um lugar residual. A atual oferta formativa desenvolve-se no quadro de projetos mais amplos, de que são exemplo, os cursos de iniciação à língua portuguesa, para as comunidades migrantes que chegam ao município de Serpa[3], ou as ações de capacitação, de curta duração, para empresários e empreendedores, etc. Neste formato de capacitação, incluem-se cursos presenciais e à distância, intercâmbios, workshops, seminários, que contribuam para o desenvolvimento de competências dos indivíduos e das organizações e que atendam aos desafios do desenvolvimento local.
A afirmação da identidade de socióloga e os desafios associados à educação
A formação da minha identidade profissional ocorreu no âmbito do desenvolvimento de processos educativos e formativos, pelo que é a área de conhecimento e de intervenção que me desperta mais interesse e onde acumulo anos de experiência, seja na relação pedagógica direta com públicos jovens e adultos (como formadora e como docente), seja na área do planeamento, do acompanhamento, da monitorização e avaliação de processos educativos. Estou desde o início da minha carreira ligada ao movimento do desenvolvimento local, em Portugal, onde existe uma estreita ligação com a área da educação. O desenvolvimento local é entendido como processo de capacitação endógena, baseado na mobilização das populações e atores locais, cujo propósito é desenvolver ações que melhorem as condições de vida e de bem-estar social. Neste sentido, é comum os projetos de desenvolvimento local incluírem práticas educativas e formativas transformadoras, assentes em metodologias colaborativas de aprendizagem coletiva (Saúde et al., 2017). De forma corrente nem sempre me afirmo como socióloga, preferindo muitas vezes o arranjo “formação em Sociologia”, e faço-o nos vários contextos sociais, educativos e de desenvolvimento onde atuo. A minha formação em Sociologia teve limitações, e as formações que venho fazendo ao longo do tempo permitem colmatar parcialmente estas falhas. Nos diversos processos educativos e de desenvolvimento onde já participei, já me senti desafiada e outras vezes menos preparada, seja em sessões de trabalho sobre metodologias de investigação, em situações onde conhecimentos mais aprofundados em Psicologia seriam úteis, e em trabalhos onde competências mais avançadas de tratamento e análise de dados estatísticos tornariam o meu trabalho mais atrativo ou relevante. Daí a importância e necessidade de manter a participação em eventos científicos e formações especializadas.
Relação e diálogo com profissionais com outras formações em contextos socioeducativos
A relação com outros profissionais é sempre um desafio para todos as pessoas envolvidas, pois podem ocorrer espaços de conhecimento que são invadidos ou desqualificados, para dar lugar a outros mais afirmativos. Para a Sociologia, a intervenção pressupõe fazer escolhas refletidas e orientadas para a ação transformadora, seja das pessoas, das instituições ou dos territórios, o que, muitas vezes, pode constituir um campo de batalha. Hoje, não só se multiplicam as ofertas educativas no campo das ciências sociais, como ocorrem processos de credibilização e reconhecimento profissional formal, onde as ordens profissionais contribuem para a afirmação científica e técnica dos saberes em uso. Este aspeto nem sempre favorece a formação em Sociologia, contudo, também é verdade que ao longo da minha experiência profissional sempre senti um enorme respeito pela nossa formação, o que também nos desafia, pela responsabilidade associada em defesa da ciência. O diálogo multidisciplinar é muito vantajoso para a reflexão e resolução de problemas, mas acontece encontrarmos profissionais com um discurso mais fechado e uma abordagem mais corporativista. Este fechamento já foi notado na relação com profissionais de Serviço Social, nomeadamente, em instâncias de tomada de decisão e de partilha de informação (caso do programa Rede Social). As diferenças de formações e perspetivas acontecem quando temos de decidir o caminho e fazer escolhas quanto aos métodos de trabalho. As práticas colaborativas envolvendo outros profissionais, implicam confrontos e desafiam-nos a encontrar posições, estabelecer pontes, mas também fronteiras. Os momentos de negociação e decisão nem sempre são fáceis, sobretudo no que toca às metodologias de intervenção, que podem ser aligeiradas, se estiverem em causa agendas políticas. Num cenário em que o acesso aos fundos comunitários é tecnicamente cada vez mais exigente, é frequente ocorrerem situações de concorrência e competição, não só entre os profissionais envolvidos, como também entre organizações, numa espécie de guerra de projetos. Neste contexto, os profissionais de Sociologia são muitas vezes desafiados a assumirem funções de mediação e de gestão de parcerias, de convergência de problemáticas e de processos facilitadores de iniciativas locais programáticas (programas, planos, projetos, ações), donde emerge o seu “potencial transformador e inovador”, bem como “a consolidação da sua especialização científica” (Sebastião et al., 2019, p. 9).
Para além da formação de base, o desenvolvimento local também obedece a um conjunto de princípios (abordagem Leader — Relações entre ações de desenvolvimento rural), nem sempre conhecidos ou entendidos como importantes, como sejam a abordagem bottom-up, a cooperação, a inovação, a estratégia, o trabalho em rede e o conhecimento do local, elementos fundamentais das metodologias de intervenção assentes em abordagens por projeto. E é muitas vezes a diferença de abordagens na intervenção social, que muitas vezes desafiam os profissionais envolvidos. A abordagem por serviço orientada pelos serviços públicos é bem diferente da abordagem por projeto liderada pelas ONG ou por parcerias público-privadas, donde decorrem diferenças, nomeadamente, na relação e acompanhamento dos destinatários. Estes aspetos encontram-se muito bem-apresentados no artigo “Políticas sociais: Novas abordagens, novos desafios” (Hespanha, 2008). Uma vez que o desenvolvimento local considera as comunidades de um dado território, a partir dos seus recursos e potencialidades, a construção do olhar sociológico é fundamental, quer nas relações entre pares no seio das equipas de projeto, quer sobretudo no contacto com os públicos e os parceiros. O olhar sociológico estimula-nos a fazer perguntas sobre a realidade que nos cerca, que é cada vez mais complexa. No mundo da educação, onde se avolumam problemas sociais, o nosso contributo também vai muito no sentido da problematização e reflexão como precedente da ação. Daí a importância da construção partilhada do diagnóstico de necessidades, cuja síntese permitirá definir prioridades de intervenção. A título de exemplo, no campo socioeducativo, a associação tem desenvolvido atividades e iniciativas formativas complementares, como por exemplo, oficinas de empreendedorismo para os jovens do ensino secundário, ou campos de férias temáticos para jovens entre os 12 e os 18 anos. Nestas atividades trabalham-se valores, comportamentos e atitudes que contribuem para melhorar a autonomia, a emancipação e a resiliência face aos riscos provocados pela globalização.
Contributos da formação em Sociologia para o exercício da atividade profissional
A formação em Sociologia dá-nos ferramentas para olharmos o mundo de forma mais complexa, e facilita-nos a colocação de diferentes posições em perspetiva. A adoção de um olhar plural e multiescalar da realidade permite-nos uma observação mais crítica e atenta às interceções entre as várias dimensões de um dado problema. O treino e atenção dada à compreensão dos processos de estratificação social, despertou-me para a questão central das desigualdades sociais que tendem a agravar-se e que podem ser observadas, tanto ao nível da microssociologia, como ao nível macrossocial, por exemplo, nas relações norte sul, entre países ricos e países pobres. A Sociologia ensina-nos a observar desnaturalizando acontecimentos, problemas e sentimentos e a reencontrar outros sentidos, tantas vezes perdidos ou esquecidos. A reinterpretação da realidade e sua integração em contextos e problemas sociais mais vastos, advém da importância dada aos processos histórico-políticos e aos movimentos sociais, o que facilita a compreensão de fenómenos atuais. Na atividade profissional, as abordagens compreensivas dos fenómenos ajudam-nos a realizar estudos de caracterização e diagnóstico, bem como a desenvolver processos de auscultação de pessoas, grupos e atores locais sobre as necessidades, as expetativas e os constrangimentos sentidos. Os processos de desenvolvimento local dão muita importância ao protagonismo das pessoas, e, portanto, a trabalhar com e não para as pessoas. Em territórios desfavorecidos, as pessoas estão mais vulneráveis e expostas a riscos sociais, logo é fundamental trabalhar a questão da motivação e compreender os fatores que podem facilitar ou bloquear a mudança social. As eventuais lacunas que possam ter ocorrido na formação de base estão ligadas ao peso da teoria, em detrimento de espaços e tempos mais práticos. Este enfoque mais teórico tem implicado apostar na formação contínua, na pesquisa e no autoestudo, o que é de alguma forma facilitado em contextos de desenvolvimento local. Aqui predominam as lógicas de projeto e as metodologias de investigação-ação, donde o diagnóstico dos problemas e a definição das prioridades de intervenção assumem particular relevância.
É também de relevar a importância da Dissertação de Mestrado na melhoria da aprendizagem de métodos qualitativos de investigação, bem como na melhoria da escrita científica. Estes dois aspetos, métodos de investigação e escrita científica, são hoje desafios que gostaria de ver melhorados para o futuro.
Relação com o conhecimento científico e debates académicos nas várias áreas de atuação
A relação com o conhecimento científico tem sido intermitente, mas nos últimos anos, à medida da disponibilidade, vou acompanhando alguns debates académicos, sobretudo realizados no Alentejo. A realização da Dissertação de Mestrado contribuiu para um renovado interesse pelo conhecimento científico e o assumir de funções como docente “obriga-me” a estar mais desperta para a produção científica em determinados campos. Contudo, o facto de residir longe dos centros de debate restringe algumas oportunidades que seriam interessantes, o que só é parcialmente compensado, com eventos realizados online.
Reflexões sobre o futuro dos sociólogos em contextos educativos
A atuação dos sociólogos em contextos educativos é bastante pertinente e necessária. Ao nível do planeamento, a Sociologia é capaz de dar bons contributos ao nível da conceção, da monitorização e da avaliação, já que na atualidade existe uma diversidade de planos de ação (combate ao insucesso escolar, carta educativa, planos estratégicos), onde as equipas multidisciplinares podem ser profícuas.
Ao nível das ofertas educativas e formativas, também existe espaço de ação e inovação, tanto na construção como na revisão de perfis profissionais e construção de referenciais de formação.
Ao nível pedagógico e na relação direta com jovens e adultos, a atuação como docente, formador/a, animador/a e tutor/a é essencial, pois não só contribui para a diversificação e consistência das equipas, como fundamentalmente, permite medir o pulso à realidade das relações humanas e aos desafios que hoje crianças, jovens e adultos enfrentam. Para tal é essencial que os grupos de recrutamento em Sociologia (regulados pela Portaria n.º 256/2005, 2005, que determina a Classificação Nacional de Áreas de Educação e Formação — CNAEF) sejam revistos e atualizados, já que o nosso grupo de recrutamento (grupo 312 — Sociologia e outros estudos) é mais restritivo, face a outras áreas de saber, nomeadamente, o Serviço Social.
Quanto à visibilidade, pese embora o esforço e dedicação da Associação Portuguesa de Sociologia (APS) nesta matéria, seria útil recebermos formação sobre acesso a fontes de dados, eventos, revistas e/ou jornais, nacionais e internacionais, que nos estimulem à aprendizagem ao longo da vida, como é caso do Jornal de Sociologia da Educação, que a propósito desta publicação tomei conhecimento.
Referências
Batista, S., & Machado, F. (2020). Emancipando o local? Reflexões sobre as possibilidades e limites do planeamento educativo à escala municipal a partir de um estudo de caso. Investigar em Educação, 2(11/12), 243-260.
Sebastião, J., Capucha, L., Martins, S., & Capucha, A. R. (2019). Sociologia da educação e construção de políticas educativas: Da teoria à prática. Revista de Sociología de la Educación — RASE, 13(1), 7-19. https://doi.org/10.7203/RASE.13.1.16225
Hespanha, P. (2008). Políticas sociais: Novas abordagens, novos desafios. Revista de Ciências Sociais, 39(1), 5-15. https://doi.org/10.36517/rcs.v39i1.517
Machado, F. (2011). Passado, presente e futuro da educação de adultos no Alentejo: Um olhar a partir do percurso de uma associação de desenvolvimento local — o caso da Rota do Guadiana. In B. Nico, & L. P. Nico (Orgs.), Qualificação de adultos: realidades e desafios no Sul de Portugal (pp. 59-72). Edições Pedago. http://hdl.handle.net/10174/8573
Machado, F. (2021). Processos de ação pública na construção de instrumentos de planeamento municipal em educação: O caso do PEEM de Alvito [Dissertação de Mestrado, Universidade NOVA de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas]. Repositório Universidade Nova. http://hdl.handle.net/10362/121646
Machado, F., Saúde, S., & Lopes, S. (2017). O plano estratégico educativo municipal enquanto instrumento de regulação da política educativa local: O caso de Alvito. SOCIOLOGIA ON LINE, (14), 96-113. https://doi.org/10.30553/sociologiaonline.2017.14.5
Portaria n.º 256/2005, de 16 de março, do Ministério das Actividades Económicas e do Trabalho. (2005). Aprova a actualização da Classificação Nacional das Áreas de Educação e Formação (CNAEF). Revoga a Portaria n.º 316/2001, de 2 de abril. Diário da República, 1.ª série-B, 2281-2313.
Saúde, S., Lopes, S., & Machado, F. (2017). Educação e desenvolvimento local: Pressupostos teóricos e práticos de uma relação virtuosa a partir do estudo de caso do município de Alvito. In 24th APDR Congress: Intellectual capital and regional development – New landscapes and challenges for space planning (pp. 833-839). Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional. https://apdr.pt/data/documents/Proceedings_APDRCongress2017.pdf
Data de submissão: 02/06/2024 | Data de aceitação: 17/09/2024
Notas
Por decisão pessoal, a autora do texto escreve segundo o novo acordo ortográfico.
[1] No âmbito da qual colaborei entre 1991 e 1994, com o acompanhamento do Programa de Formação, desenho da candidatura ao PICLEADER I e coordenação do projeto Aurora, IC NOW, tendo igualmente ocupado, nos corpos sociais da associação, o cargo de Presidente da Assembleia Geral.
[2] São ciclos de estudo de ensino superior, não conferentes de graus académicos, que têm a duração de quatro semestres letivos a que correspondem 120 unidades de crédito (ECTS). Os CTeSP contemplam componentes de formação geral e científica, técnica e em contexto de trabalho.
[3] Desenvolvidos no âmbito da atuação do Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes, CLAIM Serpa/Pias, inaugurado em 2018.
Autores: Filomena Maria Ribeiro da Silva Machado